quinta-feira, 27 de novembro de 2014

20 coisas que as pessoas bem-sucedidas 'se recusam' a fazer

Prezado Corretor de Imóveis, veja o que um estudo inglês descobriu sobre pessoas de sucesso:
1- Elas não definem sucesso em termos monetários.
A maioria das pessoas bem-sucedidas define o sucesso como felicidade, paz de espírito, ajudar os outros. Elas veem dinheiro como algo que traz conforto e abre portas de oportunidades. Sabem que dinheiro não compra felicidade.
2- Elas não começam o dia sem planos.
Pessoas bem-sucedidas sabem que, para se dar bem no trabalho e para ter sucesso, precisam ser disciplinadas e têm de gerenciar bem seu tempo. Para isso, planejam seus dias com antecedência, fazendo uma lista de tarefas no começo do dia - o que precisa ser feito e em que ordem. Elas não apenas garantem que não vão deixar passar nada em branco como também otimizam seu tempo.
3- Elas não definem a "perfeição" como seu objetivo final.
Para as pessoas bem-sucedidas, buscar a perfeição é desperdício de tempo e energia, pois você passaria a maior parte do tempo procurando erros para consertar. Em vez disso, você deveria buscar "crescimento". De um ponto ao próximo, as pessoas bem-sucedidas conquistam cada meta com o crescimento em mente.
4- Elas não se cercam de pessoas pessimistas.
Pessoas pessimistas, pessoas que choramingam e reclamam, pessoas que procrastinam e pessoas que têm desculpa para tudo - é esse tipo de gente que os bem-sucedidos evitam. Porque quanto mais tempo você passa com essas pessoas, mais energia negativa recebe. Os bem-sucedidos preferem as pessoas positivas, motivadas e inspiradoras.
5- Elas não veem dificuldades como problemas.
Quando as pessoas bem-sucedidas enfrentam dificuldades ou obstáculos elas enxergam outro desafio a ser superado, como outros que foram vencidos no passado. Elas acreditam que, com essas experiências, vão se tornar mais inteligentes e mais fortes.
6- Elas não se deixam abater pelos fracassos.
Os bem-sucedidos consideram o fracasso parte do crescimento e uma oportunidade para aprender e progredir. Elas acreditam que, por mais que fracassem, vão se levantar e seguir em frente, mais fortes que antes.
7- Elas não se deixam abater por problemas.
Se você deixar que os problemas pesem em sua vida, não vai ter nada além de estresse. E essa é a melhor maneira de arrumar mais problemas.
Diante de um problema, em vez de se concentrar nele, você deveria se concentrar em suas ações e no que pode fazer para melhorar a situação. Mudando o foco dessa maneira você se sentirá melhor e vai achar melhores soluções para o problema.
8- Elas não permitem que julgamentos dos outros afetem sua autoestima.
Os bem-sucedidos não deixam que sua autoestima, ou eles mesmo, sejam atrapalhados pelas palavras ou julgamentos dos outros. Eles sabem o que valem e quais são seus valores. Sabem o que querem da vida, o que procuram e têm regras próprias para fazer isso acontecer. Eles não dependem de aprovação externa. E não precisam que outros provem seu valor.
9- Elas não dão desculpas.
Pessoas bem-sucedidas se responsabilizam por seus erros. Se as coisas não acontecem de acordo com os planos, ou algo dá errado, elas assumem a responsabilidade e consertam o problema. Pessoas bem-sucedidas estão determinadas a atingir seus objetivos todos os dias - por maiores que sejam. Elas não dão desculpas.
10- Elas não invejam o sucesso alheio.
Pessoas de sucesso acreditam que todos são capazes de ter sucesso. Elas acreditam que, quanto mais bem-sucedidas forem, melhor será o mundo. O sucesso alheio não provoca inveja, e sim inspira e motiva.
11- Elas não ignoram as pessoas que amam.
Por mais importante que o trabalho seja para quem os bem-sucedidos, ele nunca será mais importante que as pessoas queridas - família, parceiros e eles próprios. O sucesso verdadeiro começa dentro de cada um. O amor e o apoio das pessoas queridas são significativos e podem ser tremendamente úteis para quem quer ser bem-sucedido.
12- Elas não se esquecem de se divertir.
O trabalho pode ser cansativo. As pessoas bem-sucedidas sabem que trabalhar sem se divertir não faz sentido. O trabalho tem de ser prazeroso. E a maneira de conseguir isso é fazer algo de que se goste e ter equilíbrio entre as vidas profissional e pessoal - apesar se ser difícil às vezes.
As pessoas bem-sucedidas sabem que é importante dormir o suficiente, além de separar tempo para relaxar e brincar, a fim de ter uma performance 100%.
13- Elas não esquecem da saúde.
Pessoas verdadeiramente bem-sucedidas sabem que boa saúde significa cabeça tranquila, mente motivada e corpo energizado. Tudo isso é crítico. Tudo na vida começa com boa saúde. E tudo pode se acabar quando a saúde vai mal.
14- Elas não escolhem objetivos de vida vagos.
As pessoas bem-sucedidas sabem "exatamente" o que querem da vida. Sabem quais são seus sonhos e estão determinadas a conquistá-los.
Quando você tem clareza do que quer da vida, fica fácil fazer os planos e traçar uma rota até seu destino. Resta apenas cumprir o projeto, nunca desistir e nunca se distrair. Com um objetivo de vida claro, você consegue avaliar onde está e quanto falta para atingir seu sonho.
Em resumo: ter um objetivo e um sonho é metade do caminho.
15- Elas não falam da boca para fora.
Pessoas bem-sucedidas não só falam - seja sobre ideias ou críticas aos outros. Elas fazem e garantem que o que disserem vai se tornar realidade. Elas executam. Elas implementam. Elas são confiáveis.
16- Elas não se permitem ser vítimas.
Pessoas bem-sucedidas não se permitem ser vítimas das ações de outras pessoas. Elas são inteligentes o bastante para sair de perto de pessoas ruins e de situações ruins. Elas não guardam rancores e não pensam em vingança. Elas sabem que a única maneira de serem felizes é deixar para lá e seguir em frente - para que venham as coisas boas da vida.
17- Elas não ficam presas no passado.
Pessoas bem-sucedidas não sofrem com o passado. Se você vive no passado, nunca vai estar feliz no presente, especialmente se seu passado for doloroso. Seja consciente e viva no presente.
18- Elas não resistem às mudanças.
Planos, estratégias e táticas - tudo isso pode mudar com o tempo. As pessoas bem-sucedidas aceitam essas mudanças sem frustração nem resistência. Elas se adaptam e se ajustam porque acreditam que não existe um caminho fixo para o sucesso.
19- Elas nunca param de aprender.
Não importa quão velha estejam, elas estão sempre aprendendo, pois acreditam que ninguém sabe tudo. A inspiração pode surgir em qualquer lugar, a qualquer hora, de qualquer um. Portanto, não aja como um copo cheio. Em vez disso, aja como um copo meio cheio, para que sempre haja espaço para aprender algo novo.
20- Elas não terminam seus dias sem se sentir gratas.
As pessoas bem-sucedidas se sentem gratas pelas coisas de sua vida, grandes ou pequenas. Elas demonstram apreciação por quem os ajudou. Agradecem as pessoas que os apoiam e estão a seu lado. São gratas pelo que têm na vida, em vez de olhar para o que não têm.
As pessoas bem-sucedidas se sentem simplesmente abençoadas e gratas por estar vivas, por estar cercadas de pessoas que amam, por fazer o que amam - e esse é o segredo para começar o dia com energia positiva e paz de espírito.
Por: Mo Seetubtim. Este artigo foi originalmente publicado pelo HuffPost US e traduzido do inglês.

Valorização do m² para compra aluguel de imóvel no Rio de Janeiro

Atualização do relatório referente ao terceiro trimestre do ano indica que a
Zona Oeste apresentou maior crescimento da cidade

São Paulo, novembro de 2014 – Análise do 3º trimestre de 2014, do DMI-VivaReal,
mostra contínua valorização do m² para compra (+3,0%) e aluguel (+3,6%) na cidade
do Rio de Janeiro. O DMI (Dados do Mercado Imobiliário) é o levantamento realizado
pelo portal de imóveis VivaReal com sua base de mais de 2,5 milhões de classificados.
Para este trimestre foram selecionadas 35 cidades para a amostra, em diferentes
regiões do País.

Rio de Janeiro e Niterói ficaram entre as quatro cidades com maior elevação no valor
do m² para compra (+5,3%), passou de R$ 5.737,70 para R$ 6.041,67.

“Olhando o comportamento dos preços no terceiro trimestre do ano e comparando-os
aos preços de períodos anteriores, podemos observar que as variações têm se
estabilizado. A expectativa de decréscimo acentuado nos preços pós-Copa do Mundo
não foi verificada na prática. De fato, os preços do final de junho mostravam uma leve
tendência de recuperação pós-estabilização no primeiro trimestre do ano”, analisa
Lucas Vargas, vice-presidente comercial do VivaReal.


Zona Oeste teve maior valorização no Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro, a Zona Oeste lidera o ranking de regiões mais valorizadas para
venda com 2,9%. Guaratiba, na Zona Oeste é o bairro mais valorizado do trimestre,
com alta de 20,2% nos meses de Julho, Agosto e Setembro, seguido por Anil, Pilares e
Bangu.

Por outro lado, o bairro Abolição é o que mais se desvalorizou na capital fluminense,
com queda de 11,1% no preço médio do m2
. Na sequência, Tanque (-8,8%), Pavuna (-
8,4%) e Curicica (-6%) completam a lista. A região Central apresentou desvalorização
para aluguel (-7,4%), mas valorização para venda (+2,7%).

“Assim como existe um equilíbrio entre oferta e demanda, é possível perceber uma
relação entre aluguel e venda. No Rio de Janeiro, o aluguel valorizou mais, reflexo de
que o consumidor tem considerado que os preços de venda estão próximos a um nível
de estabilização”, afirma Lucas Vargas.


Zona Sul continua com os bairros mais caros do País

Os valores médios de M² mais caros do Brasil estão na Zona Sul da cidade carioca:
Leblon (R$ 23.888,89); Ipanema (R$ 21.333,33); Lagoa (R$ 17.250,00), Jardim Botânico
(R$ 15.967,74) e Gávea (R$ 15.555,56) são os cinco bairros mais caros do Brasil para
compra de imóvel.

Entretanto, na Zona Sul não foram esses bairros que mais se valorizaram. O campeão
foi o Catete com +7,4% - o M² passou de R$ 10.708,02, no segundo trimestre para R$
11.500,00 no terceiro trimestre. A Glória vem em segundo lugar com 6,8%, de R$
10.000,00 para R$ 10.680,56; seguido de Cosme Velho, que passou de R$ 7.191,78
para R$ 7.500,00 com valorização de 4,3%. Em quarto lugar, Humaitá com valorização
de +1,8%, de R$ 14.135,75 para R$ 14.383,56. Bairros como Copacabana (+0,8%), São
Conrado (+0,7%), Leme (+0,4%) e Leblon (+0,2%) tiveram pequenas variações no metro
quadrado.


Bairros mais procurados pelos cariocas

O bairro que apresentou maior demanda no Rio de Janeiro foi Campo Grande. A região
valorizou 2,9%, passando de R$ 2.886,75 para R$ 3.000,00. O segundo bairro mais
procurado foi Recreio dos Bandeirantes (que apresentou também maior valorização,
+3,0%) , seguido por Barra da Tijuca e por Botafogo.


Fonte: VivaReal

terça-feira, 25 de novembro de 2014

As Principais alterações na Lei do ITBI do Município do Rio de janeiro - Data: 16/07/2014

Com a recente publicação da Lei Municipal n.° 5.740/2014, foram alterados diversos dispositivos da Lei Municipal n.° 1.364/1988 (“Lei de ITBI”), relativamente ao Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis e de Direitos a Eles Relativos, Realizada Inter Vivos, por Ato Oneroso (“ITBI”), no Município do Rio de Janeiro.

Dentre as principais modificações introduzidas na legislação municipal, verifica-se um alargamento na definição do fato gerador do ITBI, para incluir expressamente algumas mutações patrimoniais, envolvendo bens imóveis ou direitos a eles relativos, tais como: (i) a extinção do uso, usufruto e habitação, até então isenta do imposto, hipótese na qual a base de cálculo será de 50% do valor do bem; (ii) as tornas ou reposições que ocorram em partilhas e divisões decorrentes de dissolução da sociedade conjugal em geral e não mais apenas por separação judicial ou divórcio, estando isentas do ITBI as tornas de até R$ 12.000,00; (iii) a instituição e extinção do direito real de superfície; (iv) a inclusão das servidões pessoais entre os direitos reais sobre imóveis cuja instituição, translação e extinção sofrem a incidência do imposto; e (v) a rescisão ou distrato de qualquer dos negócios tratados no artigo 5° da Lei do ITBI.

A nova Lei incluiu ainda o artigo 6°-A na Lei de ITBI, determinando de forma expressa que o ITBI incidirá nos casos de extinção de pessoa jurídica ou de desincorporação do seu patrimônio, quando o imóvel for transmitido à pessoa distinta daquela que o integralizou ao capital social, refletindo o disposto no parágrafo único do art. 36 do Código Tributário Nacional. Outra novidade é a ampliação do rol de contribuintes do ITBI. Além do adquirente do bem ou direito sobre imóvel, também o cedente, nas cessões de direitos decorrentes de promessas de compra e venda, passa a ser qualificado como contribuinte.

No que se refere à definição da base de cálculo do ITBI, que é o valor venal dos bens ou direitos, esse passa a ser considerado como o valor de mercado do bem ou direito na data em que ficar configurada a obrigação de pagar o imposto ou na data do seu pagamento, quando antecipado, havendo ainda a possibilidade de arbitramento do valor da base de cálculo sempre que a autoridade fazendária não concordar com o valor declarado pelo contribuinte. Cabe destacar que nas hipóteses em que houver incorporação de bem ou direito ao patrimônio de pessoa jurídica cuja atividade imobiliária seja preponderante, a base de cálculo do imposto será o valor do bem ou direito utilizado na realização de capital.

Os prazos para pagamento do tributo, fixados no artigo 20 da Lei de ITBI, também foram alterados. Assim, mesmo nos casos em que a escritura pública da operação de transmissão do imóvel seja celebrada em outro município, o pagamento do ITBI obedece ao prazo comum, isto é, antes da lavratura do referido instrumento. Outro prazo alterado foi aquele referente às promessas de compra e venda e de cessão de direitos com quitação do preço, quando o imposto deverá ser pago antes da lavratura do respectivo instrumento definitivo e não mais no prazo de 30 dias contados da data prevista no instrumento para quitação total do preço. Por sua vez, para os casos de arrematação ou adjudicação, o imposto passa a ser pago antes da expedição das respectivas cartas.

Além disso, o prazo de 60 dias a partir da assembleia, registro da alteração ou lavratura da escritura que era estipulado no caso de incorporação de bem ou direito ao patrimônio de pessoa jurídica foi também estendido para as hipóteses de fusão, cisão e extinção. Houve ampliação do prazo de pagamento nas tornas e reposições, que passa a ser de 90 dias a contar da homologação da partilha.

A nova Lei inseriu no artigo 30 da Lei de ITBI, a obrigação, para os tabeliães, os escrivães e demais serventuários do Ofício que lavrarem os instrumentos translativos de imóveis ou direitos sobre imóveis, bem como para entidades legalmente habilitadas a lavrar instrumento particular capaz de ser levado a registro, de verificar a autenticidade do documento de arrecadação ou do certificado declaratório de reconhecimento da imunidade, não incidência, isenção ou suspensão do imposto, devendo fazer constar dos respectivos instrumentos as informações requeridas pelos novos artigos 30-A e 30-B da Lei de ITBI.

A respeito das penalidades aplicáveis na apuração do ITBI, foi prevista a aplicação da multa de 100% do valor do imposto devido com as devidas correções, em caso de omissão ou inexatidão dos dados declarados relativos ao negócio jurídico que ensejou a cobrança do tributo. Além disso, foi criada multa de R$ 1.000,00 por registro, para os tabeliães, escrivães e demais serventuários de Ofício que deixarem de observar seus deveres de exigência e conferência do tributo recolhido, previamente ao registro, bem como de R$ 100,00 por informação que deixar de enviar à Secretaria Municipal de Fazenda. Foi instituída ainda multa por não atendimento à fiscalização, variável de R$ 300,00 a R$ 3.000,00, conforme a reincidência do infrator.

As alterações implementadas entraram em vigor em 19.05.2014, exceto aquelas referentes aos fatos geradores que tratam os incisos V (apenas em relação à extinção do uso, usufruto e habitação) e XVI do artigo 5º, que entrarão em vigor a partir de 01.01.2015.

Para acessar o conteúdo integral da Lei Municipal n.° 5.740/2014 e a Lei de ITBI consolidada, clique aqui.

(BM&A - Barbosa, Müssnich & Aragão)

8 maneiras que seu 13º salário pode ajudar na aquisição do imóvel

Mais de 84 milhões de trabalhadores vão receber, parte ou integral, o 13º salário. Ao todo, o abono deve injetar R$ 158 bilhões na economia brasileira, segundo apontou o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).
Com o dinheiro extra em mãos, muitos já começam a planejar viagens, compras de fim de ano e presentes. Mas é possível utilizar a bonificação na compra da casa própria. Para auxiliar os brasileiros que acabaram de fechar o negócio ou estão à procura de um imóvel, a AMSPA (Associação dos Mutuários de São Paulo e a Adjacência) listou oito informações que podem ajudar nesta etapa. Confira:
  1. Usar o 13º na entrada da compra do imóvel. O dinheiro extra, junto com as economias, caso haja, pode ser útil na diminuição do valor do financiamento. Mas é preciso avaliar com calma porque, em muitos casos, o compromisso de pagar as parcelas chega até 35 anos. É aconselhável o consumidor dar um sinal no menor valor possível, e assim ganhar tempo para verificar as condições do imóvel e se irá conseguir crédito.
  2. Quitar o imóvel adquirido na planta. Segundo a associação, não é aconselhável quitar o imóvel adquirido na planta na hora de fechar o negócio, pois é uma forma de se proteger quanto ao atraso na obra. Neste caso, o melhor é guardar o 13º salário e usá-lo apenas depois de receber as chaves.
  3. Pagar prestações. Quem pretende pagar as prestações que estão para vencer fará uma boa alternativa. Usar a gratificação de Natal na amortização antecipada reduzirá o saldo devedor e, consequentemente, provocará o recálculo da prestação e diminuirá as parcelas futuras. Já nas situações para quitar o financiamento é recomendado negociar com a financeira e pedir um desconto do valor ou abater os juros.
  4. Pagar as parcelas atrasadas. Outra opção é usar o dinheiro extra para pagar as parcelas atrasadas e evitar a perda da casa própria. No SFH (Sistema Financeiro da Habitação), após a falta de pagamento de três prestações, o dono do imóvel é notificado por escrito. Se não quitar o débito, perderá o bem, mas poderá recorrer à Justiça. Já no SFI (Sistema Financeiro Imobiliário), se o atraso for superior a 30 dias, o mutuário é intimado a pagar via Cartório de Registro de Imóveis. Caso não o faça no prazo de 15 dias, o banco imediatamente tomará a posse do bem e o levará ao leilão extrajudicial, situação na qual o comprador não tem direito à qualquer defesa.
  5. Faça um fundo de reserva. A quantia recebida pode ser útil para fazer um fundo de reserva, que servirá para pagar despesas extras na aquisição da casa própria, que inclui o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano do imóvel), o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), que gira em torno de 2% sob o valor do bem, dependendo do município, o registro da escritura, que garantirá a propriedade como sendo do novo comprador que é cobrada em media de 1%, e as certidões emitidas pelo cartório, que são cobradas de acordo com o valor da moradia.
  6. Pague os serviços e taxas. No caso do imóvel que for financiado, o 13º é bem-vindo para custear o serviço do despachante, valores de seguros e taxas sobre a avaliação do imóvel e de outras documentações necessárias nesse processo.
  7. Parcela das chaves. O abono pode ser uma boa solução para o pagamento da parcela das chaves, na reforma do imóvel e na compra de móveis.
  8. Planejamento em primeiro lugar. Antes de fazer o investimento, é fundamental reunir a família e colocar as contas na ponta do lápis. Somente assim é possível definir qual é a melhor solução, o que inclui avaliar o custo/benefício, além de verificar se as prestações não vão comprometer mais do que 30% da renda familiar. Outra precaução é pedir uma planilha do banco com a projeção de todas as parcelas do financiamento, incluindo as taxas extras e os seguros que compõem a prestação.
“Seja qual for a opção para usar o 13º salário, lembre-se que um bom planejamento é fundamental para começar 2015 sem dívidas e, principalmente, manter as prestações do financiamento em dia”, reitera a associação.

Fonte: InfoMoney – 20/11/2014

domingo, 23 de novembro de 2014

Nove coisas que pessoas ricas fazem de diferente todo dia; uma delas é não assistir televisão

O caminho para o sucesso pode estar nas pequenas coisas que fazemos todos os dias. Essa é a conclusão de um estudo de cinco anos feito por Thomas Corley e publicado em seu livro 'Rich Habits: The Daily Success Habits Of Wealthy Individuals' (Hábitos ricos: os hábitos de sucesso dos ricos, em tradução livre). Desse estudo, ele conseguiu inferir alguns hábitos mais presentes em pessoas ricas.
Reuters
Reuters
"A metáfora que eu gosto é a da avalanche", ele disse à Entrepreneur, site da revista que publicou uma reportagem sobre o assunto. "Essas rotinas são como flocos de neve, eles empilham, e eventualmente você terá uma avalanche de sucesso. A chave é incorporar ao menos 50% desses hábitos à sua rotina."

1. Ricos sempre têm objetivos à vista.
Pessoas endinheiradas não apenas têm objetivos claros, mas costumam escrevê-los. Ter um objetivo pode parecer algo etéreo, mas para essas pessoas não: ele precisa ser realizável, além de necessitar de trabalho físico para isso.

2. Eles sabem o que é preciso ser feito hoje.
A maioria tem uma lista de afazeres do dia, assim como conseguem completar essa lista.

3. Eles não assistem TV.
Pessoas com dinheiro não deixam de assistir TV porque mantém um autocontrole invejável, mas simplesmente porque gastam seu tempo com outras atividades, em especial a leitura.

4. Eles leem, mas não por prazer.
A leitura não é necessariamente guiada pelo desejo de mais conhecimento e capacitação, mas 88% deles leem pelo menos meia hora diária com esse objetivo, comparado a 2% dos mais pobres que participaram da pesquisa.

5. Eles gostam bastante de audiobooks.
Não só usam bastante, mas principalmente no trajeto de casa ao trabalho e vice-versa.

6. Eles trabalham mais do que o necessário.
Por necessário, entenda o que o trabalho ou o chefe pede. Apesar de 86% dos entrevistados ricos trabalharem mais de 50 horas por semana (contra 42% dos pobres), apenas 6% deles se dizem infelizes por causa do trabalho.

7. Eles não esperam ficar ricos da noite para o dia.
Enquanto 6% dos ricos afirmaram apostar na loteria, este percentual aumenta para 77% entre os mais pobres.

8. Eles se preocupam com saúde.
57% dos ricos dizem contar calorias todos os dias, contra apenas 5% dos mais pobres. 

9. Eles tomam conta do seu sorriso.
62% dos ricos disseram passar fio dental diariamente, contra 16% dos entrevistados pobres.

sábado, 22 de novembro de 2014

10 sinais de que você precisa de um corretor de imóveis

Por conta das facilidades trazidas pela internet, muita gente acha que pode resolver questões imobiliárias, como a compra ou aluguel de um imóvel, sem a ajuda de um corretor. Apesar disso funcionar algumas vezes, na grande maioria dos casos é preciso contar com a ajuda desse profissional especializado para evitar problemas. Quer saber quando? Então, veja abaixo
1 – Você não entende nada de contratos
Negócios com imóveis sempre envolvem contratos, alguns bastante complexos. Se você não entende nada desse assunto e fica ansioso só de pensar em ler todas aquela sopa de letrinhas, é melhor contratar um corretor para cuidar disso. Ou você pode acabar preso em um acordo insatisfatório, ou mesmo comprando gato por lebre.
2 – Você não tem tempo
Se você já não tem tempo para fazer aquilo que é inevitável, será que vai ter condições de abraçar mais uma tarefa extra? Sendo este o seu caso, é melhor colocar um corretor a cargo da maior parte do trabalho, evitando assim escolher algo por pura pressa e arrepender-se depois.
3 – Você já tentou e não deu certo
Parece impossível para você achar o imóvel dos seus sonhos? Ou alugar o seu apartamento? Deixe isso por conta do corretor então, pois ele conhece caminhos desconhecidos por você.
4 – Você não sabe o que quer
Se você está em uma dúvida mortal sobre que tipo de imóvel comprar ou alugar, você precisa de aconselhamento. E nada melhor do que um corretor, que sabe tudo sobre os diversos tipos de imóveis disponíveis no mercado, para te auxiliar nessa tarefa.
5 – Você tem medo de errar
Considerando o valor alto envolvido nesse tipo de transação, nada melhor do que contar com a ajuda de um especialista – um corretor de imóveis é a pessoa mais certa para prever e apontar todas as pedras que podem aparecer no seu caminho.
6 – Você já errou
Nesse caso, nem precisa dizer muito. Se você já tentou resolver tudo sozinho antes e os resultados foram desastrosos, melhor contratar um corretor de imóveis dessa vez, certo?
7 – Você vai mudar de cidade
Se você está procurando por um imóvel em uma área desconhecida por você, é importante ouvir a opinião de alguém que esteja por dentro das peculiaridades da região, como segurança e transportes. Assim, se você vai mudar para outro estado ou cidade, contrate um corretor local.
8 – Você vai dividir o imóvel
Caso você vá dividir a morada com uma ou mais pessoas, um corretor pode servir como o ideal mediador. Trata-se de uma opinião neutra, realista, e pronta para conciliar os interesses de cada um sem levar pro lado pessoal.
9 – Você quer o melhor preço
Se você quer conseguir o melhor preço, contrate um corretor. Além dele saber o que isso significa no mercado atual, ele está mais preparado para negociar do que você.
10 – O dono do imóvel tem um corretor
E aí é melhor que você também tenha o seu. Assim, um conversará com o outro nos mesmos termos e você fica mais seguro. E você, já passou por alguma situação diferente dessas em que sentiu falta de ter um corretor ao seu lado? Compartilhe suas experiências e ajude a aumentar essa lista!

Fonte: Corretor Tech – 12/11/2014

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

5 dicas para preencher o espaço de um cômodo

Por não saber o que fazer com um cômodo grande, muita gente acaba o preenchendo com muitos objetos de maneira desordenada, gerando um grande conflito de informações na decoração. O sonho de muitas pessoas é viver em um ambiente grande, mas se ele não possuir uma boa disposição, a sensação pode ser desagradável.
É preciso ter criatividade e bom gosto para transformar grandes cômodos em espaços menores. Quando não se tem dinheiro para contratar um decorador, o jeito é se virar.
Quer ter uma casa bonita, moderna e aconchegante, construindo espaços menores em grandes cômodos? Confira o post que fizemos, pensando no seu conforto.
Fuja dos móveis pequenos
Bons e grandes cômodos requerem uma atenção maior no momento da disposição de objetos no espaço e na realização de reformas. Em uma casa grande, é possível aproveitar bem os ambientes para que fiquem confortáveis e sem a sensação de vazio.
Porém, é necessário o uso de alguns truques para reduzi-los. Colocar móveis pequenos em um espaço muito amplo, além de fazer com que eles percam a visibilidade, tornam o cômodo ainda maior. Opte pela compra de mesas, bancadas e sofás grandes, além de estátuas e de objetos que acompanham o tamanho do lugar.
Use cores fortes em paredes grandes
O uso de cores fortes na parede, complementando com grandes quadros de molduras largas ou paisagens, proporcionam uma melhor ocupação do lugar, gerando a sensação de que o cômodo é, de fato, um pouco menor do que o seu tamanho real. Escolha uma parede de fundo para aplicar a tonalidade forte. Na imagem acima, o azul escuto foi uma opção extremamente válida.
Existe uma gama de cores no mercado à sua disposição. Painéis de madeira para compor também são bem vindos.
Faça uso de tapetes
O chão de uma casa ampla é um espaço a ser explorado, portanto, use e abuse de tapetes grossos.Se o tapete for colocado no lugar certo, ele pode delimitar um bom espaço e preencher ainda mais o ambiente. Nesse caso, não há a necessidade da cor ser forte ou impactante. O importante é que ele consiga entrar na composição do ambiente.
Evite espaços vazios
Evite, de todas as formas, deixar espaços vazios em um mesmo ambiente. Ocupe de maneira organizada e harmoniosa todos os cantos possíveis.
Deixe a sua casa estilosa: dê vida a elacom plantas, pufes, nichos de parede e mesas de apoio para o sofá. Outra boa possibilidade seria formar a sua própria adega ou mesmo aquele cantinho para bater um papo com as visitas.
Abuse de cortinas
A cortina pode ser uma forte aliada, pois ajuda a diminuir a sensação de vazio do cômodo. Além de proteger do sol os seus móveis e piso, a escolha de cortinas com tecidos mais espessos e com forro proporcionam um maior volume.
Evite também os espelhos, caso você queira de fato diminuir o espaço do cômodo, pois esses utensílios tendem a ampliar o ambiente. Arrase na decoração da sua casa, coloque a criatividade em prática e personalize o seu lar.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Imóvel usado é uma boa opção?

Muita gente tem um certo preconceito quando a questão é imóveis usados. Acredito que isso aconteça pois a grande maioria das pessoas não conseguem perceber o que os espaços podem se transformar depois de uma reforma.
O fato é que cada vez fica mais difícil encontrar terrenos para construir novos empreendimentos imobiliários. Principalmente nos bairros mais desejados.Morar em uma boa localização é fundamental numa cidade tão grande, e com um transito de veículos como São Paulo.

Na minha opinião, uma boa alternativa para morar bem, com bastante espaço, em bons bairros, é optar por imóveis mais antigos, usados ou terceiros como são chamados.

Em um primeiro momento pode aparentar não ser uma boa ideia, por estes apresentarem uma aparência mais obsoleta e materiais desatualizados. Mas o que pouca gente consegue enxergar é que com um bom projeto, com uma boa reforma e com uma nova decoração estes imóveis ficam como se estivessem novos em folha.
E não é algo do outro mundo, requer planejamento, investimento e bons fornecedores.
Ao falar em investimento muita gente deve ter parado e pensado. Então é caro!
Não necessariamente.  Na grande maioria das vezes o próprio valor do imóvel esta depreciado pelas condições( só pelo fato de ser mais antigo). Tenho clientes que compram o imóvel fazem o projeto, reforma e decoração e no final o custo ficou igual à de um imóvel novo, sem reforma e sem decoração. Lembrando que isso não é uma regra, depende muito de cada caso. Vamos dizer que você esta convencido que é uma boa oportunidade.
Dai vem a segunda pergunta – e agora, qual o próximo passo?
Mas como fazer?  Vou dar como exemplo utilizando um projeto executado por nosso escritório.
Um apartamento de aproximadamente 300m² construído no começo dos anos 80, próximo ao Clube Pinheiros em São Paulo.
Em um primeiro contato (foto acima), temos um apartamento bem com cara de anos 80. Ambientes escuros, sem vida, com moveis e marcenarias totalmente desatualizados. (Sim a decoração, assim como a moda, demanda renovações). Molduras de gesso que não se usam mais e uma cor sem graça.
Por outro lado,o imóvel é muito bem localizado, com uma planta excelente. Com uma configuração de quartos grandes com banheiros grandes, área social integrada e uma área de serviço de fazer inveja. Ótima quantidade de garagens, serviço de condomínio excelente. Em resumo um lugar ótimo para se morar, sem opções de lançamentos com as mesmas características.

Para começar todo o processo é preciso elaborar um projeto. O projeto é como se fosse o caminho a ser percorrido para se chegar ao objetivo final.

A primeira planta a ser desenvolvida é a planta de layout, ou chamada também distribuição de mobiliário. A partir dai vamos aprofundando os estudos como elementos como forro, piso, iluminação, pontos de elétrica (luz e tomada), de hidráulica, marcenarias, escolha de todos os novos acabamentos entre outras coisas.
Voltando ao apartamento, a reforma foi o ponto de partida e todos os revestimentos foram trocados. Saiu o piso escuro de madeira, dando lugar ao mármore branco Phigues. Toda parte de elétrica e hidráulica foi revisada. Os espaços ganharam nova iluminação e um sistema de automação com cenas, controle de áudio e vídeo e black-out para as cortinas. A moldura gesso foi substituída por uma sanca com um estilo mais reto. Devido o pé direito não ser tão alto rebaixamos apenas nas laterais.
As paredes também ganharam uma nova cor, já deixando com uma cara mais atual e aconchegante.
A mudança ja pode ser observado na foto abaixo, tirada ao final da reforma. Aparentemente estamos olhando um outro imóvel. Já começa a dar vontade de morar nele, não?  Neste ponto o imóvel já apresenta outra valorização.
 Mas para morar bem, a reforma por si não é suficiente. Precisamos do que chamamos de molho, aquilo que vai dar a vida para cada ambiente, a decoração.
Os itens decorativos envolvem o mobiliário, marcenarias customizadas, tapetes,tecidos ,cortinas, objetos, almofadas, mantas, abajures e obras de arte.
Depois de tudo comprado e montado o resultado acaba sendo surpreendente.
Se pensarmos novamente na questão investimento, o apartamento ficou novo, muito mais fácil de revender. Na minha opinião vale muito a pena comprar um imóvel de terceiro numa boa localização.
Lógico que algumas coisas são importantes para serem observadas e negociadas.
Primeiramente o estado em que se encontra o imóvel.  Uma coisa é ser obsoleto (antigo), outra é estar mal cuidado ou abandonado.
É importante conhecer o histórico do imóvel, verificar se não existem vazamentos ou mesmo qual o tipo de encanamento ( ferro ou PVC). O mesmo para a parte elétrica, tomadas, acabamentos e o quadro de força. Observar a condição caixilhos (janelas). O estado do imóvel impacta diretamente no seu preço. Lembre-se que tudo pode ser renovado, custa e demora. Por isso quanto pior o estado mais barato o valor do imóvel.
A minha sugestão antes de comprar é levar um profissional de interiores ou um engenheiro. O que é visível é a parte estética, mas existe muito mais coisa por traz do resultado final da transformação.

Morar bem é algo fundamental. Conforto, aconchego, praticidade fazem o nosso cotidiano melhor. É gostoso curtir a casa, promover a convivência dos casais, da família e dos amigos. A vida fica muito mais gostosa!

Abaixo mais uma sequencia de fotos desta atualização.
ANTES
DEPOIS

 HOME THEATER (ANTES)
HOME THEATER (DEPOIS)
ENTRADA

4 Dicas de Decoração para deixar sua casa mais gostosa

Decorar a casa é colocar a sua “cara” na ambientação do imóvel, ou seja, deixá-lo parecido com você e com o seu estilo de vida, para tornar o seu lar um local agradável, para onde você tenha vontade de voltar.
Para descobrir qual é o seu estilo de decoração é importante você observar um pouco mais do que apenas as suas preferências de cor, estampas e texturas.  É importante analisar a rotina de todos os moradores, as suas necessidades de uso do espaço, a função que vocês precisam em cada ambiente e a sua personalidade.
Considerando, por exemplo, apenas a personalidade dos moradores, podemos inferir que pessoas mais práticas e discretas combinam com casas decoradas no estilo minimalista ou moderno. Já, quem tem um ritmo agitado, que gosta de bastante informação, combina com a decoração que usa a Pop Art. Quem tem uma personalidade mais tranquila, combina com o estilo romântico.
Se considerarmos os espaços disponíveis, é bom pensar se a disposição dos móveis, o abrir e fechar de portas, janelas, armários e gavetas vai funcionar. Às vezes, algo bonito na decoração pode não ser muito prático no dia a dia, inclusive, chegando a atrapalhar o seu cotidiano.
Se você precisa usar ambientes de maneiras diferentes, por exemplo, a sala como home office, é bom planejar a decoração para os dois usos. Parece óbvio, mas é comum que a apenas uma “função” seja atendida na hora de decorar, prejudicando a sua rotina. Por exemplo, a iluminação da sala pode ser insuficiente para um home office eficiente, neste caso, opte pela iluminação mais adequada para trabalhar, pois ela não vai prejudicar o uso da sala. Melhor ainda, se puder ser um dimmer, assim a luz poderá ser ajustada a cada necessidade.

Dicas “coringa” de decoração, independentemente do seu estilo:

1)      Mantenha a base da decoração mais neutra e capriche nos acessórios, pois são itens mais fácil e mais econômicos para trocar e renovar a decoração, quando necessário;
Dicas para escolher decoração da sua casa nos diferentes estilos
2)      Espelhos ampliam qualquer ambiente;
Dicas para descobrir seu estilo de decoração

3)  Ao usar quadros, gravuras, posters, coloque esses itens no ambiente de forma simétrica, para obter um melhor resultado;
Dicas para escolher seu estilo de decoração

4) Menos é mais. Evite misturar estilos de decoração no mesmo ambiente. Se quiser decorar a casa em vários estilos, separe os ambientes por temas: sala românica, quarto vintage etc.

Plantas em vasos: dicas e tipos

Nada como ter um ambiente cheio de vida, certo? É por isso que plantas e vasos são importantes para trazer conforto à sua casa e para dar um toque especial à decoração.

Confira conosco algumas plantas que possuem a capacidade de se limitar a um pequeno espaço e ainda produzir sementes, frutos, aromas e quais tipos de vasos existentes.

Os cuidados com as plantas variam de acordo com a espécie, mas, em geral, devemos nos preocupar com a adubação, a rega e a utilização do sistema radicular do vegetal. Para uma integração harmoniosa e equilibrada entre os espaços, precisamos considerar a forma e a proporção do conjunto vaso-planta.
Separados ou juntos, o essencial é criar elementos que combinam. O material do vaso, nesse contexto, deve ser escolhido de acordo com o projeto. Existem vários tipos, sendo eles: barro, cerâmica, madeira, cachepot ou de concreto armado com aço.
Varandas com plantas em vasosFoto por: Marco Antonio
As plantas frutíferas, além de serem deslumbrantes e perfumadas, produzem frutos que podem ser incorporados à refeição a qualquer momento, já que estão dentro de casa. Um primeiro exemplo é a romã, que se adapta facilmente aos vasos.
Ela pode ser colocada em varandas de apartamentos, assim como em terraços e coberturas, pois pode chegar até 3 metros de altura ou até 1 metro e meio, se for da espécie anã. Por ser resistente, a romã necessita apenas de 4 horas de sol por dia, de rega e adubação.  Ela chega a produzir a cada 3 meses, principalmente no verão.
Romã em vaso
Já a mexeriqueira é uma planta indicada para jardins e vasos que têm grande exposição ao sol, já que ele intensifica a frutificação e aparência saudável das folhas. A recomendação é regar o vegetal 3 vezes por semana, pois pragas podem aparecer se isso não ocorrer. A planta também tem tendência de ficar doente com a falta de sol e se ocorrer deficiência de nutrientes.
Mexeriqueira em vaso
Outra planta que é bastante conhecida, e se encaixa em vasos, é a jabuticabeira. De origem brasileira, ela se adapta de norte a sul do país. A jabuticaba é um fruto antioxidante com abundância de vitamina C, ferro e fósforo, mas a sua primeira produção pode levar um tempo. O segredo de sua cultivação é submetê-la ao sol, à adubação e rega constante.
Existe uma grande diversidade de tipos de jabuticabeiras, mas os principais são a Paulista, Rajada, Ponhema, Sabará e Híbrida. Pensando no jardim e nos vasos de sua casa, destacaremos as duas últimas, que são indicadas para este uso por possuírem um sistema radicular superficial, ou seja, se adaptam e crescem melhor nesses ambientes. A jabuticabeira Sabará é conhecida por ter um crescimento médio e por ser muita produtiva, devido à sua maturação precoce. Já a Híbrida é de porte médio e produz frutos saborosos em intervalos de tempo menores. No solo, deve-se controlar seu crescimento e aparar os galhos após as colheitas.
Jabuticabeira em vaso
A última planta indicada para vasos é a laranjinha kinkã, que produz um fruto comestível, se suas folhagens estiverem verdes, ou azedo, se estiverem variando entre branco e verde. Deve ser regada quando o solo estiver seco e não tem tendência a produção de pragas, adaptando-se facilmente a novos ambientes.
Frutíferas em vaso

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Saiba quais são os direitos de quem mantém uma união estável

Lei não estabelece prazo ou necessidade de morar na mesma casa

Muitos casais que mantém uma união estável têm dúvidas sobre os seus direitos. Última Instância conversou com o especialista em Direito de Família, Franco Mauro Brugioni, para tirar as principais dúvidas daqueles que não quiseram se casar de papel passado no cartório.

1. O que é união estável

Segundo o novo Código Civil de 2002, uma união estável é a relação de convivência entre o homem e a mulher que é duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição familiar.

“A legislação não estabelece prazo ou necessidade que se more junto para que seja configurada a União. Um namoro ou noivado não pode ser visto como tal, pois ela não se configura como a constituição de uma relação, mas como uma aspiração”, afirmou Franco Mauro Brugini.

2. Como a união estável pode ser reconhecida

O reconhecimento formal não é obrigatório. Uma união estável pode ser reconhecida até mesmo por um contrato particular, uma comprovação da existência de bens do casal, de filhos ou qualquer outra prova de que há uma constituição familiar.

“Porém, o casal pode optar por solicitar uma certidão de união estável em cartório. As únicas restrições são para os casos descritos no artigo 1521 do Código Civil”, explica Brugini.

É importante destacar que a certidão vem com a data de início da união e fornece uma série de direitos ao casal, entre os quais inclusão em planos de saúde e seguros de vida.  Sendo assim, o fim da união também deve ser registrado em cartório.

3. Direitos adquiridos com a união estável

Os efeitos da união estável são os mesmos do casamento sob o regime de “Comunhão Parcial de bens”, ou seja, tudo o que o casal adquirir e construir ao longo da relação será dividido pelo casal na separação. Se desejado, pode ser estipulado outro regime de bens, porém, para isso o casal deve elaborar um contrato determinando o regime adotado.

“Quanto ao estado civil, ele não é alterado. Ainda que tenha sido reconhecida em cartório, o estabelecimento da união estável não altera o estado civil de solteiro para casado, por exemplo, isso só ocorre na conversão para casamento”, afirmou Brugioni. 

A união estável garante direito à herança, declaração conjunta de Imposto de renda e facilidades para transformar a união estável em casamento, com possibilidade de transferência de sobrenome depois.

A separação na união estável garante pensão alimentícia, separação de bens e compartilhamento da guarda de filhos. 

4. Reconhecimento de união estável com alguém que ainda não está separado legalmente

A união estável de pessoa casada, mas separada de fato, é legalmente reconhecida. Conforme o artigo 1723 e especificamente o §1º, do Código Civil, a união estável não poderá se constituir se ocorrerem os impedimentos do art. 1521*, porém, no caso da pessoa ser casada e se achar separada de fato ou judicialmente a união poderá ser reconhecida.

*Art. 1.521. Não podem casar:
I - os ascendentes com os descendentes, seja o parentesco natural ou civil;
II - os afins em linha reta;
III - o adotante com quem foi cônjuge do adotado e o adotado com quem o foi do adotante;
IV - os irmãos, unilaterais ou bilaterais, e demais colaterais, até o terceiro grau inclusive;
V - o adotado com o filho do adotante;
VI - as pessoas casadas;
VII - o cônjuge sobrevivente com o condenado por homicídio ou tentativa de homicídio contra o seu consorte.

Fonte: Site Última Instância