segunda-feira, 28 de julho de 2014

União Estável... e União “Instável”: Boas notícias, que afetam o seu bolso e a sua vida

Publicado por Ana Ceccília Parodi
29
Você está em um relacionamento sério? Mora junto ou em casas separadas, mas vive uma união estável? Ou já encerrou a sua União “Instável”?
Em qualquer desses casos, o Direito tem uma boa notícia para você. Agora a lei permite que a união estável (ou o rompimento dela) seja registrada nos seus documentos pessoais.
O que mudou? Você sabia que os “registros civis”, ou seja, a certidão de nascimento, casamento ou óbito, são elaborados em livros especiais do cartório? Leia com cuidado as suas certidões e você verá a informação “livro… e folhas….”. Contudo, a união estável não depende de um papel assinado para existir, e por isso não recebia um registro oficial. Desde o mês de Julho de 2014, as uniões estáveis poderão (é uma escolha, não uma obrigação!) ser registradas no chamado “Livro E” dos cartórios de registro de pessoas naturais.
Hei, espera… registrar o que, exatamente? Registrar a existência e/ou o término do relacionamento, com as datas respectivas. E, sim, você pode registrar somente o fim da relação, mesmo que não tenha registrado primeiramente o seu início.
Com esse registro em mãos, a pessoa pode pedir que as informações sejam anotadas (tecnicamente, “averbadas”) no seu próprio registro de nascimento e na certidão de nascimento (ou de óbito) do seu companheiro.
Quais são os principais benefícios? Quanto “mais oficial” o documento, melhor valor de prova ele tem.
No campo dos negócios, esse registro acaba com qualquer questionamento para somar (ou não!) as rendas, na hora de comprar/alugar uma casa ou financiar um veículo. Também é vantagem para o credor saber (e provar) que pode exigir do casal o pagamento de uma conta realizada em nome apenas de um dos parceiros. Ou não exigir, afinal, se o relacionamento já estava terminado quando foi feita a dívida[1], vamos concordar que não dá para deixar a bomba financeira para o (a) ex-parceiro (a), certo?
No aspecto das Famílias, quando os parentes não se dão muito bem, infelizmente é comum que os companheiros sejam prejudicados no inventário e, além da dor do luto, ainda precisem enfrentar a batalha jurídica para provar os seus direitos. É um cenário frequente quando o (a) falecido (a) tinha filhos de outra relação, ou quando a família não aceitava a condição homoafetiva dos parceiros. A história se repete quando um companheiro sofre, por exemplo, um derrame cerebral, e ao ser pedida a sua interdição judicial, os familiares ocultam a existência da (o) companheira (o). Com o registro da existência (ou do fim) da união estável, esses problemas chegam ao fim, porque em qualquer das situações, a lei exige que os documentos pessoais sejam apresentados. E então, a existência ou o término do relacionamento estarão lá, sem sombra de dúvida quanto a datas, tudo bem informado.
O seu estado civil não muda! O que você era antes da união estável? Solteiro, separado judicialmente, divorciado, viúvo? Seja o que for, permanece.
A união estável e o casamento são os únicos dois tipos de relacionamento que a lei reconhece como uma forma de começar família[2]. Mas ao contrário do casamento, que é repleto de formalidades, a união estável pode existir sem nenhum papel ter sido assinado. Por isso, essa relação de “companheirismo” é chamada não de estado civil, mas de um “estado social”, ou em outras palavras, um status de compromisso que a pessoa assume diante da sociedade.
Então, eu não estou me casando? Pode ficar tranquilo, você não está se casando. As leis brasileiras são muito rígidas quanto aos rituais do casamento. E por mais que a lei conceda algumas facilidades para os companheiros “migrarem” da união estável para o casamento, essa “conversão” também precisa seguir diversos rituais. Além do mais, a regra determina que seja dito na certidão, obrigatoriamente, que ela não possui valor para converter a união estável em casamento.
E se uma pessoa de má-fé mentir que é meu (minha) companheiro (a)? Não se preocupe, isso não é possível, porque uma simples alegação de relacionamento ou um contrato particular forjado não seriam suficientes para cometer essa fraude. O registro depende da apresentação de documentos bem específicos (como veremos a seguir). E você pode respirar aliviado (a), porque como acabamos de ver, mesmo que o (a) seu (sua) companheiro (a) quisesse forçar uma situação de casamento, isso não é permitido por lei.
Onde registrar a informação? O chamado “Livro E” fica no 1º Ofício de Registro Civil das Pessoas Naturais da cidade. Após ter levado a união estável para ser registrada, a pessoa deve levar a “certidão desse registro” diretamente no cartório onde estiver a sua certidão de nascimento, ou a certidão de nascimento/óbito do companheiro (ou ex-companheiro) falecido. Esses cartórios (da certidão de nascimento e óbito) também são chamados de Registro Civil de Pessoas Naturais e o número do cartório você localiza na própria certidão.
Que documentos eu preciso apresentar para fazer o registro da união estável?Veja bem, é importante não confundir as coisas. Diversos documentos podemcomprovar a existência (ou o fim) de uma união estável. Mas para a finalidade específica de registrar a união estável na certidão de nascimento ou de óbito, vale somente a decisão do juiz ou a escritura pública.
Como assim?
  • Escritura Pública: Feita (tecnicamente “lavrada”) pelo Cartório Tabelionato de Notas, é um documento oficial que pode ser utilizado para que os companheiros “declarem a existência” ou “declarem o término” do relacionamento estável.
  • Sentença Judicial: Por que haveria uma sentença do juiz a respeito da união estável? Bem, a situação pode chegar à Justiça por diversas razões, vejamos algumas. i) Ao fim da relação, um dos companheiros nega que estivesse em união estável e prefere alegar que “era só um namoro”, recusando-se a fazer a partilha de bens e acertar a pensão alimentícia (dentre outros prejuízos que podem surgir). A solução é pedir ao juiz que “reconheça a existência da união estável e declare que essa relação está dissolvida (terminada, encerrada)” e, claro, resolvendo questões como partilha de bens, pensão alimentícia e guarda dos filhos. ii) A relação terminou, os companheiros chegaram a um acordo e decidiram, então, levar esse acordo ao juiz, para receber “homologação” e facilitar o registro de imóveis, a transferência de veículos, etc. iii) O casal convivia em união estável sem assinar qualquer papel; um dos companheiros falece e o andamento do inventário exige que o juiz declare a existência dessa união estável em vida, proporcionando que o relacionamento seja averbado na certidão de óbito.
  • E quanto ao meu contrato particular de convivência? Os Pactos de Convívio, Contrato de União Estável e documentos do mesmo gênero, que tenham sido feitos em casa, pelos próprios companheiros, ou feitos e assinados no escritório do advogado, não podem ser utilizados para esse registro, porque tecnicamente eles são chamados de “documentos particulares”. Explicando melhor, os termos do seu contrato (ou pacto) têm valor, sim! E, inclusive, têm valor diante de outras pessoas também. Mas os registros públicos só podem ser feitos a partir de sentenças ou ordens (mandados) judiciais; ou a partir de escrituras confeccionadas (tecnicamente, “lavradas”) pelo cartório, dentro das normas exigidas dos documentos públicos.
Quem pode pedir para que seja feito o registro civil? Infelizmente, a regra não foi clara a esse respeito. O mais provável é que não seja preciso que os dois companheiros façam o pedido; basta que um deles solicite o registro. E provavelmente será aceito que credores dos companheiros também possam pedir essa anotação nos documentos dos seus devedores. A questão, com certeza, receberá uma orientação específica, seja a nível estadual, ou federal. Fique de olho!
Informações que não podem faltar no registro feito no “Livro E”: Quando você sair do Cartório do 1º Registro de Pessoas Naturais, esteja certo de que a certidão do registro da sua união estável contém, pelo menos, as seguintes informações: i) a data do dia em que está sendo feito o registro da união estável; ii) nome completo, data de nascimento, profissão, número dos documentos de identidade (usualmente, RG e CPF), endereço de cada companheiro; iii) nome completo dos pais dos companheiros; iv) comprovação do estado civil de ambos os companheiros, a qual deve ser feita através da referência específica às datas da certidão de nascimento, de outros casamentos/separações/divórcios, óbitos e outras uniões estáveis anteriores; v) os companheiros apresentaram uma escritura pública ou uma sentença judicial para registrar a união estável? Perfeito, então é preciso descrever todos os dados dessa escritura (nome e número do cartório tabelionato, número da escritura, livro e folhas) ou da sentença judicial (nome do juiz, número da vara e do processo e data da sentença, preferencialmente com referência ao dia do “trânsito em julgado”, que significa a data a partir da qual as partes não poderiam mais recorrer da decisão final); vi) em qualquer situação, é importante citar o regime de bens dos companheiros.
[1] É bom lembrar que, em alguns casos, a dívida pode ser mesmo de responsabilidade dos dois, conforme a natureza e os motivos da compra, do empréstimo, etc. Mas essa já é uma conversa para outro post.
[2] Estamos falando de relacionamentos horizontais, ou seja, entre dois parceiros românticos. Relações verticais, onde existe hierarquia, também dão origem a famílias oficiais, inclusive de laços socioafetivos, a exemplo de avós cuidando de netos, irmãos mais velhos que assumem os caçulas, madrinhas tutoras dos afilhados, dentre muitos exemplos.
Ana Cecilia Parodi
Doutoranda em Direito Civil pela USP, Mestre em Direito Econômico e Socioambiental, pela PUCPR. Especialista em Direito Civil e Empresarial, pela PUCPR. Especialista em Direito Geral Aplicado, pela Escola da Magistratura do Paraná.

Conheça os 19 termos mais utilizados em decoração

Não é ruim quando estamos lendo um texto sobre decoração e surgem alguns termos que não são do nosso conhecimento? Por conta disso, o post de hoje vai te explicar os significados desses termos e te dar algumas dicas de como utilizar essas técnicas na sua casa.

Conheça os 13 termos mais utilizados em decoração

1.Alvenaria

Nome que classifica todos os tipos de paredes construídas a partir de tijolos e argamassa.
Churrasqueira
• Paredes de alvenaria são mais resistentes, duram por mais tempo e dão menos trabalho para conservar do que paredes constituídas de outros materiais. Uma boa sugestão é construir uma churrasqueira de alvenaria, uma vez que possui uma estética sofisticada e muito bem acabada.

2.Aparador


Móvel em forma de armário feito para guardar louças ou também uma espécie de criado mudo em tamanho maior.
Aparador
• O aparador pode ser uma excelente opção para renovar a decoração da sua copa ou sala de jantar, ele casa muito bem abaixo de um belo quadro.

3.Arandela


Luminária fixada na parede formando um ponto de luz.
Arandelas
Arandelas no jardim
• A arandela é ideal para dar um toque de charme no quartos, na sala, na varanda ou então no jardim da sua casa.

4. Blackout


Proteção contra a luz solar feita de tecido de algodão, uma película preta ao centro e uma camada de borracha branca. É inserida entre o forro e a cortina.
Cortinas blackout
• Excelente opção para quem tem o sono leve e prefere dormir com o quarto totalmente escuro.

5.Caixilharia


Espécie de esquadrilha ou caixilho utilizado para fechar vãos de janelas e portas.
Caixilharia
Caixilharia de madeira
• Pode ser utilizado como um toque a mais na decoração.

6. Calefação

Sistema para aquecer a casa.

7. Demão


Cada camada de tinta aplicada em uma superfície.

8. Design

Concepção de algum tipo de idéia ou projeto.

9. Gesso

Acabamento a base de cal utilizada nas divisórias das paredes sendo como ninchos, forros, lambres, rodameios, rodatetos ou apliques.
Gesso

10. Nicho

Determinado espaço entre os vãos na parede, armários ou estantes, geralmente utilizados para colocar livros, porta-retratos e pequenos objetos.
Nichos

11. Pátina

Acabamento em que se raspa ou lixa-se a pintura. A idéia é utilizar essa técnica para restaurar móveis com um tipo de madeira não tão bonito, criando um aspecto rústico.
Pátina
• Uma boa sugestão é usar a técnica de pátina para renovar móveis antigos ou em mau estado.

12. Pé-direito

Expressão utilizada que define a distância vertical medida entre o piso e a parte inferior de um ambiente.

13. Persiana

Tipo de cortina constituída de lâminas verticais ou horizontais podendo ser em madeira, metal ou plástico.

14. Pilar

Estrutura vertical feita de concreto ou tijolo.

15. Pufe

Espécie de banqueta almofadada utilizada como assento ou descanso para os pés.
Puffs
Puffs
• Os puffs são ótimas opções de acessórios para a casa e podem ser utilizados em ambientes como salas e quartos.

16. Reboco

Revestimento da parede feito com massa fina.

17. Retrô

Estilo que marcou a época dos anos 50.

Decoração retrô
18. Textura

É o nome que classifica a forma de se usar tinta para criar uma aparência artificial e simular tipos de materiais ou para inovar na estética da parede da sua casa.
Texturas
• As texturas podem ser utilizadas nos mais variados ambientes, elas dão um toque sofisticado e diferenciado ao cômodo.

19. Vigas

Estruturais horizontais que podem ser de concreto, madeira ou tijolo.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Novas regras para reformas em imóveis entram em vigor no Brasil

São normas técnicas e quem não segui-las pode ser responsabilizado caso a obra cause algum tipo de problema.
Novas-regras-para-reformas-em-imóveis-entram-em-vigor-no-BrasilO Brasil passa a ter um conjunto de regras para reforma de imóveis. São normas técnicas e quem não segui-las pode ser responsabilizado caso a obra cause algum tipo de problema.
É quase automático. Quem compra um apartamento sempre quer dar uma mexidinha. “Mexemos na hidráulica dessa pia, que estava vazando, sem arquiteto, sem engenheiro”, diz Cida Cota, corretora de imóveis.
De acordo com as novas regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas toda obra estrutural dentro de um apartamento ou casa vai precisar de um arquiteto ou engenheiro. E parte estrutural não é só parede não.
Em um apartamento dá para ter uma boa ideia do tamanho da mudança nas regras para se fazer uma reforma. O proprietário está trocando o piso. Muita gente já fez uma reforma parecida com essa, sem chamar um arquiteto ou um engenheiro, apenas contratando um pedreiro de confiança. E colocar tomada nova, mudar torneira de lugar, mexer na instalação de gás também são obras estruturais. “Se tiver que pegar um arquiteto pra assinar a obra, vai sair mais caro que a obra”, comenta a corretora.
O que fica liberado são as reformas bem básicas mesmo, como pinturas.
As novas regras nasceram depois de tragédias como a do edifício Liberdade, no Rio, que desabou em janeiro de 2012 matando 17 pessoas.
O vice-presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo explica que, por mais simples que pareçam, pequenas obras podem trazer grandes riscos.
“Você tem que saber se o piso que vai colocar é piso que a laje está programada para aquele peso a ser instalado. Às vezes um curto circuito gera um incêndio de níveis catastróficos”, explica Hubert Gebara, vice-presidente do Secovi.
O Sindicato apoia as normas, mas tem ressalvas quanto a um item: o que exige que reformas sejam aprovadas e acompanhadas pelo síndico. “O sindico vai ter condição de analisar projeto por projeto? Então o síndico vai ter que contratar um escritório de engenharia”, aponta o Gebara.
De acordo com a ABNT o que a norma faz é reunir e organizar em uma espécie de roteiro as obrigações que já estão na lei. Inclusive essa responsabilidade do síndico.
“A norma não muda isso, ela ressalta isso, ela cria um bojo e informações para que a pessoa se oriente melhor quando ela for fazer a reforma”, declara Ricardo Pina, coordenador da norma da ABNT.
Fonte: Jornal Nacional

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Os riscos de vender seu imóvel sem corretor

03B61876
Elaboramos essa matéria especialmente para demonstrar os benefícios do corretor de imóveis legal. Compartilhe com seus potenciais clientes e parceiros e os instrua sobre os riscos de uma transação feita sem um profissional apropriado. 
Inúmeros sites especializados, portais de anúncios independentes e até algumas publicações em redes sociais vêm estimulando a ideia de que é muito vantajoso fazer negócios imobiliários sem a intermediação de um corretor. Na verdade, talvez a única grande conveniência em se comprar ou vender um imóvel sem que haja a intermediação de um profissional do ramo é deixar de pagar a comissão devida ao corretor, por conta da prestação de seu serviço. No entanto, existem vários riscos que poderão surgir dessa transação sem ter o auxílio de um corretor credenciado e de confiança, sobretudo se a proposta é vender sua propriedade. Que saber quais?

Maior espera para negociar seu imóvel

Um corretor, ainda que trabalhe como profissional autônomo e não em uma imobiliária, traz toda uma estrutura para divulgar e mostrar seu imóvel para os clientes, além de conhecer as boas técnicas de venda. Esse conjunto de fatores vai, com certeza, acelerar a venda de seu imóvel, em comparação à situação de você o divulgar sozinho em anúncios ou pela internet.

Menor possibilidade de acertar o preço a ser cobrado

O corretor é a pessoa mais indicada para dizer quanto seu imóvel vale hoje em dia, para que ele seja comercializado no mercado atual de sua região. A estratégia de se colocar o preço no alto para depois negociar com o cliente e ir baixando o valor nem sempre dá certo, mas muitas vezes afugenta potenciais compradores.

Atendimento não profissional

O desconhecimento em relação ao mercado e a falta de experiência com os pormenores da corretagem podem dificultar a negociação mais do que se imagina. Optar pela contratação de um corretor ou imobiliária significa ter o auxílio de profissionais experientes, que sabem como atender e como proceder nos diversos casos, garantindo a segurança tanto para quem vende como para quem compra a propriedade. O envolvimento direto do proprietário no negócio provoca emoções e apegos que normalmente prejudicam sua habilidade de negociar o bem e a própria transação.

Pessoas estranhas visitando seu imóvel

Quando você anuncia seu imóvel sozinho, você abrirá seu lugar para qualquer pessoa que entre em contato e queira vê-lo. Além de se correr grande perigo de ter pessoas estranhas percorrendo as instalações de sua propriedade, que podem participar de todo tipo de fraude ou falsidade ideológica, ainda haverá o risco de mostrar para qualquer um os bens de valor que porventura estejam dentro da residência. Um corretor sempre faz uma pré-qualificação de quem vai levar à sua casa ou apartamento.

Menor alcance da divulgação do negócio

Se você está contando só com um baixo investimento em sites ou outras estratégias baratas para divulgar a venda de seu imóvel, sem a ajuda de um corretor, terá menos possibilidade de visualizações de seu anúncio. O corretor, além dos contatos de sua cartela de clientes, investe em divulgação por conta própria nos canais que fazem parte de sua infraestrutura, como seu website ou revista da imobiliária, mas também em outros sites, jornais, e-mail e panfletos, por exemplo.

Possibilidade de problemas burocráticos e com a documentação

O bom corretor, de sua confiança, apontará quais os atos que deverão ser cumpridos e pagos por quem vende o imóvel e quais aqueles que serão destinados à outra parte. Além disso, o profissional será de grande valia na hora de avaliar erros na documentação, restrições de zoneamento, e muito mais, evitando-se que você gaste dinheiro mais tarde para reparar alguns equívocos legais.
Qualquer pessoa tem o direito assegurado de negociar seu imóvel livremente. Mas é preciso ter em mente que a intermediação imobiliária é muito mais do que a mera apresentação do imóvel a eventuais compradores. Se você tiver um corretor experiente e que saiba bem de seu ofício, com certeza terá muito mais vantagens e segurança para vender o imóvel.

Inadimplência no condomínio – consequências

Nem todos que moram em prédios sabem exatamente para que serve o valor pago pelo condomínio. Muito menos, quais as consequências reais de deixar de pagar essa taxa.
inadimplencia no condominio? Veja as consequencias!

Quais as consequências em deixar de pagar seu condomínio?

O que é a taxa de condomínio?

É a cobrança mensal referente ao valor do rateio das despesas das áreas comum do condomínio (água, luz, manutenção predial, folha de pagamento de funcionários etc.).
É necessário que se pague em dia esta taxa, para que o condomínio possa manter suas contas em dia, evitando cortes nos serviços públicos, falta de manutenção, obrigações trabalhistas e outros problemas para com a edificação.
Quem vende um apartamento usado é responsável pelos débitos de condomínio da unidade habitacional, se houver, incluindo multas, correção, juros, custas processuais e honorários advocatícios.

O que acontece com quem deixa de pagar o condomínio?

O Código Civil prevê a cobrança de multa de 2% e juros de até 1% ao mês sobre o valor atrasado. Além disso, quem está inadimplente fica proibido de votar e ser votado em assembleias do condomínio, ou seja, perde o direito de opinar sobre assuntos importantes, como: ampliação de uso de áreas comuns, troca ou instalação de equipamentos de segurança e lazer etc.
A inadimplência pode gerar dificuldades para o condômino inadimplente obter crédito, já que, em alguns Estados (SP, RJ, CE, AM) é possível protestar os boletos vencidos de condomínio, e inscrever o CPF do inadimplente no SPC (Serviço de Proteção ao Crédito).

Inadimplente de condomínio também tem direitos

A exibição/divulgação do nome do condômino inadimplente no condomínio como, por exemplo, em quadro de avisos pode ser interpretada como dano moral e é passível de ação judicial e indenização.
Apesar das despesas referentes à conta de água estarem inclusas no rateio geral que compõe o valor do condomínio, o corte de água,nos casos de prédios com hidrômetros individuais, também é passível de ação judicial e indenização.
Fique ligado!

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Mudança importante pra quem vive em União Estável

Casar ou viver junto são formas de relacionamentos afetivos com efeitos jurídicos muito semelhantes. O matrimônio civil passa uma ideia de respaldo documental, o que até então era precário na união estável. Em julho de 2014, o Conselho Nacional de Justiça editou o Provimento 37 que assegura a averbação das relações de fato perante o Registro Civil de Pessoas Naturais. A norma traz importantes modificações nos direitos das pessoas que apenas vivem como se fossem casadas.
O novo regramento permite que os companheiros possam averbar escritura de união estável ou sentença judicial que tenham reconhecido e/ou dissolvido um relacionamento familiar. Significa que pode inscrever quando começa e quando termina, ou apenas uma das opções. Essa anotação será transcrita também nas certidões de nascimento, casamento e óbito dos envolvidos.
Na prática, permite que inicie uma união estável e já faça o registro enquanto ela ocorre. Caso termine, terá a prova inserida em todos os documentos dos envolvidos. Caso um faleça, a certidão de óbito terá essa anotação e impedirá que os herdeiros deixem o (a) companheiro (a) de fora da partilha. Se um deles for interditado por incapacidade civil, a nomeação do curador será feita com mais cautela, pois os filhos não terão como ocultar a existência daquela outra pessoa que vive junto.
O registro da união estável é diferente da sua conversão em casamento. Não envolve troca de estado civil. Porém, somente as pessoas aptas a se casar (solteiros, divorciados e viúvos) são beneficiados; quem está separado de fato do ex-cônjuge e vive com outra pessoa, precisa ter o reconhecimento judicial do novo relacionamento.
A nova regra jurídica ainda tem imperfeições, como excluir o registro dos Contratos de Convivência previstos expressamente no art. 1725 do Código Civil, assim como falha ao não especificar quem tem legitimidade para pedir a averbação no Registro Civil: os dois companheiros, apenas um deles ou mesmo um credor. De qualquer forma, é uma inovação muito relevante que finalmente permite que as uniões estáveis reconhecidas possam ser transcritas para a certidão de nascimento ou óbito, conferindo um status de maior dignidade para as pessoas que escolheram viver juntas.
Por fim, espera-se que esse regramento simplifique a documentação exigida das pessoas que precisam provar a união estável, seja perante a Administração Pública, planos de saúde e clubes sociais. Com a certidão do Registro Civil, não precisa mais apresentar sentenças judiciais ou contratos com informações íntimas. O maior ganho é que inúmeras injustiças ocorriam pela omissão proposital da união estável, o que deve diminuir sensivelmente quando houver a sua transcrição perante o Cartório de Registro Civil.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

7 Lições de Empreendedorismo que aprendemos com a Seleção da Aemanha

A Copa do Mundo acabou. Em meio à tantos problemas e politicagens, também podemos tirar algumas lições de empreendedorismo. Afinal, trata-se de uma competição que envolve equipes, liderança, motivação e estratégia.
E a campanha da Seleção da Alemanha é uma verdadeira aula.
1. Paciência e perseverança
Não é da noite para o dia que você vai alcançar o sucesso. E o mesmo pode se falar de Joachim Löw, atual técnico da Seleção Alemã. Löw trabalha com a seleção desde 2004, quando foi técnico assistente, até que virou técnico titular da jovem seleção alemã, anfitriã da Copa de 2006.
low
Löw viu sua equipe perder na própria casa pela Itália nas semi-finais (e mesmo assim conquistou o terceiro lugar), e nem por isso culpou adversidades, nem arbitragem, nem nada. Sabia que sua equipe ainda era nova e que era apenas o começo. Tinha muito o que melhorar. Com muita paciência e perseverança, a equipe continuou treinando e melhorando, chegando na Copa de 2014 com a garra que tivemos a oportunidade de assistir.
Com empresas é a mesma coisa. A maioria de nós desistimos no primeiro tombo, ou nos primeiros anos. Tenha paciência, e com muita perseverança você terá a oportunidade de ver sua empresa decolar.
2. Conquistar a simpatia do Público Local
Se você está entrando no mercado que mal te conhece, é muito importante conquistar a simpatia dos seus clientes. Sorria sempre, converse, seja amigável, mostre interesse por sua cultura e agradeça por ter a oportunidade de estar ali com eles.
E os alemães mostraram-se extremamente eficientes nisso. Desde que chegaram ao Brasil mostraram toda sua simpatia e vão deixar saudades para a população de Santa Cruz Cabrália, na Bahia. Conversaram com o povo local, curtiram as praias e até usaram a camisa do Bahia!
alemanha-bahia
E teve a boa sacada da Adidas também, ao fazer o segundo uniforme com as cores do Flamengo, a maior torcida do Brasil.
alemanha-uniforme
E o 7 a 1? Quem acredita que a Alemanha não conseguiria fazer mais? E quem acredita que aquele último golzinho do Oscar foi realmente por mérito? A Alemanha não queria humilhar (mesmo tendo humilhado) o país anfitrião e pegou leve no segundo tempo. Por dó? Por respeito? Ou pela necessidade de não perder a simpatia que tanto lutaram para conquistar? Todas elas.
Os alemães precisavam ganhar a torcida brasileira pois com isso ganharia mais forças e apoio para levantar o caneco. Ainda mais numa final contra uma torcida gigante que foi o da Argentina.
3. Ajudar a arrumar a festa
Sabe quando você convida seus amigos para um churrasco em sua casa e eles te ajudam? Por mais que você tenha bancado a maior parte das carnes, são aqueles amigos que trazem a sobremesa e ajudam ao lavar a louça que são os que realmente fazem  a festa valer a pena.
E esses convidados são os alemães. Vieram para festa, ficaram até o final (e que final!) e ajudaram a arrumar a casa: doaram 10 mil Euros para uma comunidade indígena para a compra de uma ambulância, doaram materiais e móveis para uma escola, financiamento da construção de um campo de futebol para os moradores locais e a doação de 25 bicicletas que eles iriam usar localmente para as crianças.
alemanha-indios
Não é nada que vá fazer mudar completamente a situação do país, mas puxou a simpatia de pessoas do país inteiro.
E se você está participando de algum evento como patrocinador, mostre sua preocupação com os clientes, e não apenas com a campanha.
4. Marketing em Mídias Sociais
Os jogadores alemães mantiveram um forte engajamento com a torcida brasileira pelas mídias sociais. O tempo postavam mensagens de agradecimento ao povo brasileiro e motivação para a seleção brasileira.
Após a goleada, os jogadores alemães lembraram de sua derrota em 2006, a fim de confortar a derrota dos brasileiros.
5. Trabalho em Equipe
Não existe equipe de um homem só. No futebol (e no empreendedorismo também!) o que faz a empresa é a equipe. De nada adianta ter um craque se o resto da equipe não faz nada (e a Seleção Brasileira é a prova disso).
A Seleção Alemã atual é conhecida por não ter craques (o que eu discordo), mas sim por ser uma equipe entrosada e motivada.
Ou seja, você não precisa ter o melhor expert na área para ter a melhor empresa do mundo na área, mas uma boa equipe e com uma boa cultura.
6. Adaptação Rápida
Com certeza, na minha opinião, o ponto mais forte da equipe Alemã. A cada jogo a formação tática estava completamente diferente. E mesmo durante a partida a equipe mudava completamente, principalmente o meio de campo. Os alemães souberam se adaptar contra seus adversários, seja apertando a defesa, partindo para o ataque ou aproveitando o contra-ataque.
E como empresário você também tem que saber se adaptar de acordo com a música. Não é porque aquele formato é o que você está acostumado a trabalhar que trará os melhores resultados. Na primeira mudança de comportamento do mercado você tomará o pior tombo de sua vida. Saiba se adaptar.
7. Fair Play
A Alemanha chegou quietinha. A mídia chamava a atenção para seleções como Brasil e Espanha, e para jogadores como Neymar, Cristiano Ronaldo e Messi. Sem estrelinhas, a Alemanha só atraiu as atenções após a primeira goleada da Copa contra Portugal em suas primeiras partidas. E nem por isso a Alemanha ficou nos holofotes. Continuaram a fazer seu futebol sem contar vantagem para cima de ninguém.
Com muitos jogos sofridos como Ghana (2×2), EUA (1×0), a surpreendente Argélia (2×1 na prorrogação) e França (1×0), a Alemanha soube reconhecer a qualidade de seu adversário e conquistar a vitória. E mesmo nas goleadas em cima de grandes times como Brasil e Portugal, os alemães mantiveram o perfil quieto e tranquilo.
Um futebol limpo e praticamente sem faltas. Mesmo na final contra a agigantada Argentina, com o drama de chegar na prorrogação sem nenhum gol, a equipe estava firme e forte. Tirando alguns poucos incidentes, fica aqui meus parabéns para a Alemanha e para a Argentina também pelo futebol limpo.
No futebol, no empreendedorismo e na vida, o importante é você fazer o que gosta e o que sabe fazer melhor. Sem precisar apelar para o incorreto. Com habilidade e perseverança, a vitória será sua.

domingo, 13 de julho de 2014

8 dicas para você ter no Checklist da sua mudança

Check List para facilitar a sua mudança


Para facilitar e organizar ainda mais a sua mudança residencial,confira nosso Checklist


#1 Comunique o condomínio

É de extrema importância você comunicar o responsável do seu condomínio a respeito da sua mudança, para ver os dias e horários disponíveis no calendário do empreendimento e com isso, evitar possíveis imprevistos como o de realizar a mudança em um dia que há algum evento marcado.

#2 Organize os objetos da mudança

Procure organizar os objetos inicialmente por cinco categorias em seu checklist:
• Itens não serão transportados
Os itens que não irão ser levados para o novo imóvel deve levar algumas etiquetas indicando “NÃO LEVAR”
• Itens que serão transportados
Os itens que serão transportados devem ser devidamente embalados e separados. No caso dos móveis feitos sob medida a sugestão é contratar profissionais para desmontá-los.
• Itens frágeis
Os itens frágeis devem ser embalados com materiais específicos, como por exemplo o tradicional plástico bolha, para evitar possíveis imprevistos. Além disso, é importante utilizar nas caixas desses itens selos que indiquem a sua fragilidade, para serem colocados da forma correta no caminhão de mudança.
• Itens perecíveis ou que podem vazar
O ideal é você embalar muito bem itens que podem vazar (bebidas, vidros de perfumes e de remédios) e se desfazer de itens perecíveis ou abertos, como alimentos por exemplo.
• Itens que vão com você ou que irá utilizar
Itens como documentos, dinheiro, objetos eletrônicos portáteis e objetos de valor devem ser levados com você, assim como os itens que você poderá utilizar como; escova de dente, sabonete, roupas, remédios, entre outros.

#3 Desinstalação

O processo de desinstalação deve ser feito por alguém que entenda do assunto, desligando de forma correta as instalações de gás e aparelhos elétricos, como chuveiros, máquinas de lavar e secar, exaustores, lustres, antenas, entre outros.

#4 Geladeira e Freezer

O ideal para evitar o mofo e mau cheiro é um dia antes da mudança deixar a geladeira e o freezer abertos e totalmente secos. E para o dia da mudança é aconselhável colocar carvão vegetal.

#5 Alguém responsável pela mudança

Caso você como proprietário do imóvel não possa estar presente no dia da mudança, é importante deixar alguém responsável por ela e claro, comunicar o condomínio e os demais envolvidos no processo.

#6 Bichinhos de estimação

Para evitar possíveis conflitos e irritações desnecessárias para os seus pets, é recomendável que você os deixe na casa de parentes durante a mudança.

#7 Crianças

É aconselhável deixar as crianças na casa de algum parente, afinal não é um local apropriado para elas, assim evitará possíveis imprevistos também.

#8 Refeição no dia da mudança

Para facilitar e agilizar o processo de mudança, opte por uma refeição rápida e prática, como por exemplo entrega de uma refeição ou prepare um lanche para evitar de sujar a cozinha.

sábado, 12 de julho de 2014

Decoração de Sala de Jantar – Mesa a protagonista.

A sala de jantar é parte integrante de uma casa. Este é o ambiente onde família e amigos se reúnem em ocasiões especiais para desfrutar de refeições. Para muitas famílias, desfrutar de uma refeição juntos é o ponto alto em momentos como pascoa, natal ou aniversários. A decoração de sala de jantar é algo que tem que ser tratado com bastante atenção.
A clássica mesa Saarienn Oval
As opções são muitas, tudo depende do espaço que temos para dedicar a esse ambiente. Pode ser uma pequena mesa no canto do ambiente, ter uma sala exclusiva com uma grande mesa e muitas cadeiras e um lindo buffet. Tem as modernas que se integram a outros ambientes, as tradicionais, as criativas e as descoladas, enfim para todos os gostos.
A Mesa de jantar é sem dúvida a protagonista da sala, é ela que ocupa um lugar de destaque e define o tom daquele espaço. Proporção é a palavra-chave, qual o modelo e tamanho da mesa adequados para sua sala, sem esquecer de escolher cores e matérias quem em harmonia transmitam o clima do ambiente que deseja criar.
A arrojada mesa Lennon da Minotti
Mesas de jantar estão disponíveis em vários matérias, madeira, vidro, mármore, acrílico é uma lista enorme. Além disso, para cada material existe uma grande variação de tipos. Por exemplo depois que decidir que gostaria de uma mesa de madeira, tem que escolher que tipo, cor, acabamento e muito mais. Uma boa dica é primeiro descobrir o estilo de mesa que você gosta e depois decidir se, esse tipo de mesa e seu material se adapta bem aos seu estilo de vida.
Junto com a escolha de materiais, a mesa de jantar tem uma algumas opções de tamanhos e formas. A mesa quadrada e a mesa retangular são duas das opções mais comuns, porem em alguns ambientes outros formatos podem ser a solução para uma sala de jantar sem muito espaço ou mesmo em um canto estreito da casa. A mesa redonda que acomoda confortavelmente de 4 a 6 pessoas é uma ótima opção quando o espaço é limitado. Para aumentar o aproveitamento e utilização do espaço, as mesas com pedestal central são uma boa opção, pois não criam barreiras e eliminam a necessidade de organizar as cadeiras de acordo com a posição dos pés da mesa.
A linda mesa Groot da Atefacto com madeira rustica
Enfim escolher a mesa certa para a sua casa envolve a compressão de que irá funcionar bem dentro do espaço em termos de design e tamanho. Mesas de jantar que são muito grandes para o espaço vão dar uma sensação de ser um lugar fechado e trazer desconforto ao ambiente. Da mesma forma uma mesa de jantar pequena ou com a forma errada para a sala, vai dar ao espaço uma sensação de estar inacabado e vai criar um ambiente em desarmonia. Escolha a mesa com base na forma, design e tamanho, que agrade aos olhos, trabalhe com os elementos do espaço e que faça da sua sala de jantar um lugar agradável e convidativo para a família e os amigos.